Minha busca como mãe.

As vezes meu instinto me diz pra esquecer tudo o que li desde que engravidei sobre criação de filhos. Ele me diz pra esquecer o que li, e me lembrar do que sentia, antes de ser mãe. Na essência, o que eu queria? O que eu buscava sendo mãe? Sem opiniões alheias, sem extremismos para lado algum, sem militância nenhuma. O que o meu coração quer? o que meu instinto quer? O que A CAROL quer?

Desconstruir coisas que construi baseada apenas na opinião dos outros, ou por “modinha”. O que eu realmente questionei se era meu? Mesmo sendo escolhas “cabeça aberta”, será que eram abertas para a minha cabeça? enfim. Pra pensar. Será que ser “contra-cultura” não é só uma forma de rebeldia interna contra o sistema? mas será que isso tem a ver com meu jeito de maternar? Quem sou eu, mãe? Quem sou eu, Carol? É bom saber separar as coisas. E usar o instinto. Saber ouvir a mulher selvagem. É essa a minha busca.

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